Poderá não ser considerada uma novidade, pois já sabíamos desde o passado dia 22 de Dezembro de 2020, das possíveis alterações à actual legislação que regula a emissão de Golden Visa em Portugal.

Conforme referimos nas nossas Newsletters de 22 de Fevereiro de 2020 e de 18 de Janeiro de 2021, foi publicado, no passado dia 12 de Fevereiro, o Decreto-Lei nº 14/2021 que altera o regime jurídico da atribuição dos Golden Visa em Portugal.

A alteração mais significativa e que poderá ter maior influência na forma de obter esta autorização de residência (Golden Visa) e posteriormente a nacionalidade portuguesa, apenas vai permitir o investimento imobiliário nas zonas do interior (chamadas “Zonas NUT III”) e nas Ilhas. Ficando excluídas as zonas urbanas (Lisboa e Porto) e litoral, mais atrativas em termos imobiliários.

Esta alteração irá ter grandes consequências no programa do Golden Visa Português, pois 95% deste investimento foi em imobiliário nestas mesmas zonas.

Encontram-se previstas mais alterações referentes a outras áreas, nomeadamente, nas transferências de capitais, nos investimentos em investigação cientifica, na aquisição de capitais em fundos de investimento e na constituição de empresas em território nacional, que não são significativas, pois representam cerca de 5% do investimento global neste programa, nos últimos nove anos.

Estas alterações, entram em vigor no dia 1 de Janeiro de 2022, o que significa que quem quiser fazer este investimento imobiliário nas zonas mais atrativas, no âmbito da Lei actualmente em vigor, terá de o fazer durante este ano.

É de realçar, que esta janela de tempo coincide, devido às condições do actual estado de pandemia, com uma significativa baixa dos preços do imobiliário, em Lisboa, Porto e litoral.

A Getin tem aconselhado os seus clientes, que estão a ponderar usufruir do programa português dos Golden Visa, que tomem as suas decisões de forma a poderem efectuar os investimentos antes do fim do corrente ano 2021.

Para mais informações, contactar:

Duarte Jardine
duartejardine@getin.pt


[Portuguese, Portugal]


A “atitude aberta em relação aos estrangeiros”, a “sociedade livre de divisões criadas pelo populismo” e o “esquema de residência que oferece isenções de impostos a profissionais qualificados” fazem de Portugal um paraíso para a emigração, afirmou o Financial Times num artigo de análise publicado no passado dia 8 de Agosto.

Segundo o jornal, a taxa de criminalidade portuguesa — a mais baixa entre os países da União Europeia — é um dos trunfos nacionais para convencer estrangeiros a mudarem-se para cá.É uma simbiose, sugere o Financial Times. Para os investidores, “numa era de políticas cada vez mais discordantes, a paz social percebida pelo país é vista como uma vantagem competitiva em comparação com o seu ambiente de negócios, força de trabalho qualificada e qualidade de vida atraente”.

Ou seja, mesmo tendo em conta a modesta posição portuguesa nos rankings económicos no Fórum Económico Mundial, os imigrantes escolhem Portugal pelo estilo de vida que se tem por cá. É que, de acordo com o Índice de Paz Global, o país subiu na tabela e é já o terceiro país mais pacífico do mundo, apenas ultrapassado pela Islândia e Nova Zelândia.

veja o artigo aqui


[Portuguese, Portugal] Very good climate, low cost of living together with some of the most beautiful settings in Europe, growing art & culture scene and at the same time a very vibrant and booming star-up scenery are reasons why the whole world have their eyes on Lisbon.

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[Portuguese, Portugal] The world became slightly less peaceful in 2016, Portugal, which built on gains last year to rise nine places to fifth globally. Europe was the region that suffered most from terrorism compared with last year, with Turkey, France and Belgium among the most affected.

It now accounts for six of the top seven places in the global rankings. The highest-ranking countries in the world remain unchanged from 2015: Iceland, Denmark and Austria. The largest improvement in the region was recorded by Portugal, which built on gains last year to rise nine places to fifth globally. This reflects continuing improvements in the context of the country’s gradual return to political normality following its EU/ IMF economic and financial adjustment process. Notwithstanding the difficulties faced by the left-of-centre government elected in 2015, Portugal has recorded a second year of improvements across numerous dimensions, notably the likelihood of violent demonstrations, but also the Political Terror Scale and political instability. Among the other Eurozone countries to have exited similar bailout arrangements, there were only minor movements: Ireland roughly maintained its score while Spain and Cyprus saw slight deteriorations, Greece, slipped back …

Watch the 2016 GLOBAL PEACE INDEX